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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A cama que você não vai querer se deitar...

Se você está afim de ir aos EUA e ser condenado a morte por injeção letal, o procedimento é bem simples, sendo similar ao utilizado em hospitais para a anestesia geral, porém os produtos são ministrados em quantidades letais. Hoje, a injeção letal é o meio de execução mais empregado nos EUA, onde nos quatro primeiros meses de 2006, morreram 12 condenados.

Brincadeiras a parte, mas se houvesse aqui no Brasil, e se fosse a lei igual para todos, o que de políticos iriam deitar nessa cama, iria faltar leitos para eles.

Sobre ser indolor ou não, muitos especialistas discordam, dizendo que é dolorosa e lenta, causando muito sofrimento ao apenado.

Em uma das fotos, aparecem 4 telefones, que no caso muito remoto onde o governador pode dar o perdão, suspendendo o ato da execução, imagine a tensão do condenado.

Hoje há aproximadamente 3,5 mil prisioneiros no corredor da morte, e muitos tiram a própria vida em um ato de desespero, antecipando o inevitável

FUNCIONAMENTO:

Assim que estiver vestido apropriadamente, o preso é levado para a câmara de execução. Eles podem caminhar ou estar amarrados em uma maca. Os condenados que caminham para a câmara de execução são presos em uma maca ou mesa dentro da câmara ou em uma sala de preparação adjacente. O condenado é preso pelos tornozelos e pulsos. Um lençol pode ser colocado sobre o prisioneiro.

Depois que o prisioneiro é amarrado, dois tubos intravenosos são colocados pela equipe de execução, um tubo em cada braço. Os tubos intravenosos são passados por uma abertura na parede que sai na ante-sala, onde fica o carrasco. Assim que os tubos são inseridos, uma solução salina começa a correr dentro deles. Quando os tubos estão no lugar, uma cortina pode ser aberta na janela ou vidro espelhado para permitir que as testemunhas vejam a execução. Neste momento, o preso tem a chance de expressar uma última frase, que pode ser escrita ou falada. Esta frase é gravada e mais tarde liberada para a imprensa. A cabeça do prisioneiro é desamarrada – em estados que usam vidro comum, isto permite que o preso possa olhar para as testemunhas. Em estados que usam vidros espelhados, as testemunhas não podem ser vistas.

A equipe de execução pode estar em uma sala separada ou atrás de uma cortina e não pode ser vista pelas testemunhas ou pelo condenado. Em alguns casos, os carrascos podem usar um capuz para esconder sua identidade. Ao sinal do diretor da prisão, a equipe de execução começa a injetar doses letais de duas ou três drogas nos tubos. Alguns estados usam vários carrascos, todos injetam drogas no tubo IV – mas somente um dos carrascos está na verdade aplicando a injeção letal. Nenhum dos carrascos sabe quem injetou a dose letal e quem injetou as drogas em uma bolsa falsa.

As drogas são administradas, nesta ordem:

Anestésico-sódio-tiopental - e faz o preso dormir profundamente. Esta droga é um barbitúrico que induz anestesia geral quando administrado via intravenosa. Pode atingir níveis de concentração clínica efetiva no cérebro dentro de 30 segundos, de acordo com um relatório da Anistia Internacional. Para operações cirúrgicas, os pacientes recebem uma dose de 100 a 150 miligramas por um período de 10 a 15 segundos. Para execuções, até 5 gramas (5.000 mg) de Pentotal podem ser administradas. Esta já é uma dose letal. Alguns acreditam que após a administração deste anestésico, o preso não sente mais nada.

Solução salina- enxagua a linha intravenosa.

Agente paralisante – brometo de pancurônio - é um relaxante muscular que é dado em uma dose letal para interromper a respiração por paralisia do diafragma e pulmões. Convencionalmente, esta droga faz efeito de um a três minutos após a aplicação. Em muitos estados, esta droga é dada em doses de até 100 miligramas, uma dose muito mais alta do que em operações cirúrgicas – normalmente 40 a 100 microgramas por quilograma de peso corpóreo. Outras substâncias químicas que podem ser usadas como agentes paralizantes incluem cloreto de tubocuranina e cloreto de succilcolina.

Solução salina- enxagua a linha intravenosa.

Agente tóxico (não usado em todos os estados) – cloreto de potássio é dado em uma dose letal para interromper os sinais elétricos para as funções essenciais do coração. Isto induz um ataque cardíaco.

De um a dois minutos após a administração da última droga, um médico ou técnico médico declara o óbito do prisioneiro. O tempo entre a saída do preso condenado da cela de contenção e a declaração de sua morte pode ser de apenas 30 minutos. A morte ocorre de cinco a 18 minutos após a ordem de execução ser dada. Após a execução, o corpo é colocado em uma bolsa para cadáveres e levada para o legista, que deve fazer uma autópsia. O corpo é então reivindicado pela família do preso ou sepultada pelo estado.

Fonte de alguns parágrafos: HsW uol















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