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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Lampião e suas malvadezas...

Lampião



Legista Charles Pittex e as cabeças de Lampião e Maria bonita


Há tempos atras meu amigo Armírio Pedroso me contou uma história de Lampião, que me fez perder o fôlego de tanto rir, pois a história ou lenda sobre esse famoso cangaceiro, seria muito cômica se não fosse trágica. 

Vou tentar fazer um resumo dessa história, apesar de me parecer uma lenda, e gostaria que o leitor desse humilde blog, tentasse se colocar na situação, talvez como expectador ou até mesmo como vítima. 

Então vamos lá: Diz a lenda de que Lampião era extremamente violento e sarcástico com suas vítimas, sendo que seu bando foram acusados de várias aberrações na forma de violência, abusos e até mesmo estupros, praticados por seu bando no sertão nordestino. 

Mas há uma lenda de que certa vez seu bando invadiu um baile de fole, onde ali se divertiam seus desafetos. A festa estava muito animada, sendo que uns dançavam com suas prendas, outros passavam suas cantadas afim de conseguir uma gata para o abate, e outros menos desinteressados pelo sexo oposto enchiam as caras com a marvada pinga. 

Pois bem, eis que surge o sanguinário com sua tropa, sendo que todos estavam armados até os dentes, e todos com cara de poucos amigos, pois haviam acabado de saírem de um confronto, sendo assim estavam irritados e com muita vontade de se divertirem também. Diversão?!!!?, aí que está o problema... 

Então quando ele adentra naquele recinto festivo, onde se encontravam pessoas de "fino trato", com suas damas e com suas bebidas pois a festa estava bombando. 

Tão animada que estava a festa, que o vapor do suor das pessoas gotejavam pelo teto, e o cheiro de suor, misturado com a catinga de suvaco e cachaça era imensa, mas a animação era total. 

Agora tente imaginar a junção desses odores, o da festa, e o a carniça do bando, sujos sem tomar banho ha muito tempo, em um ambiente fechado sem janelas e somente com uma porta, que era a entrada e saída do recinto. 

Silêncio total com a presença do cangaceiro, todos imaginavam que ali seria o último momento de suas vidas, pois com o bando revoltosos e soltando tiros para cima no estilo "velho oeste americano", o terror tomou conta de todos. 

Mas Lampião queria apenas se divertir, e ter um momento de paz espiritual e um pouco de alegria para si e para o seu bando, como forma de recompensa por um dia de batalha, saques, violências e estupros. 

Não preciso lembrar o leitor que quando o bando entrou no baile, o silêncio foi arrebatador e mortal, tornando-o tão sinistro e amedrontador, que dava para escutar o zunido de bichos, pernilongos e outros insetos noturnos que rodeavam o exterior do recinto. 

O pânico era total entre os presentes, pois tinha "heróis", contando suas aventuras para suas futuras donzelas em forma de cantada, "machão" se gabando para outro não menos macho, de suas vitoriosas brigas, comerciantes rindo a toa com seus lucros, fazendeiros contentes com suas produções e colheitas, e até mesmo o delegado da polícia local, homem temido por sua truculência e severidade para com os bandidos e "ladrões de galinhas" da região. 

Todos "machões" tinham armas na cintura, como forma de proteção e status e demonstravam seu poder e impunham o respeito para com seus pares através delas. Porém todos foram desarmados, e separados de suas damas e pretendentes, sendo que em forma de lamentações, o clamor para que poupassem suas vidas era grande, mas de forma silenciosa, como se fosse um sussurro. 

Mulheres para um lado e homens para o outro. O terror era tanto, que alguns dos "machões", começaram a revelar-se, sendo que no final da formação da fila, metade já haviam se urinado todo revelando aquela mancha característica, e a outra mais temerosa se cagaram mesmo, literalmente se borraram toda, pois seus intestinos não aguentaram a pressão medonha que o bando impunha sobre os ali presentes. 

Todos tentavam disfarçar suas angustias e suas necessidades que se afloravam pelos orifícios excretores, não vou falar em ùC cagão e pinguelo murcho mijão para não ofender, mas a mistura dos odores começou a criar um ambiente nada propício para a ocasião. 

Odor esse que se compara a um banheiro de rodoviária, misturado com uma cadeia super lotada de machos sem tomar banho, e a suave brisa da cracolândia ao meio-dia em um dia de verão, juntando com os perfumes baratos das damas, que ao invés de tomarem seu banho, preferiam se lambuzar com suas loções aromática e fétidas misturando com o óleo natural do corpo e seus odores naturais de seus períodos pós-menstruais. 

Estava formada a essência da verdadeira carniça. E é claro que o bando não menos cheirosos, começaram a sentir suas narinas arderem com o apimentado odor, e logo comunicaram ao chefe Lampião, de que tinha gente, se estrebuchando em urina e merda de tanto medo, fazendo com que Lampião tivesse misericórdia por aqueles presentes, fazendo com que ele, após bebericar 1 litro de cachaça fosse ao meio do salão acalmar o ânimo dos amedrontados.

 - Senhora e senhores!!! Berrou Lampião, - Acredito que todos me conhecem, e sabem como sou "justo" e compreensivo, pois digo que essa noite não carece de vocês terem tanto temor para com a minha presença e a dos meus soldados.

 - Hoje estamos aqui somente para nos divertir e nos alegrar com todos aqui presentes, pois essa noite será inesquecível!!! 

Disse ele olhando todos em fila, enquanto uns tentavam desviar seus olhares para não fitar direto nos olhos do cangaceiro. 

Enquanto os machões baixavam suas cabeças em forma de obediência e temor, as donzelas disfarçadamente cochichavam com suas amigas, sobre a virilidade e a "beleza" do sanguinário, tentando imaginar, algumas, que naquela noite seriam possuídas por ele e seu bando famintos por sexo, fazendo aflorarem nelas os desejos lascivos mais profundos, enquanto disfarçavam com seus machões outrora ali presentes suas falsas purezas e abdicação aos desejos da carne. 

E Lampião continuou: - Vejo que alguns dos senhores não conseguiram segurar a emoção de estarem em minha presença e já se borraram todos, mas isso e bom pois imaginei que esse baile de fole estava um pouco desanimado e precisando de algum tempero para essa festa ficar arretada. 

Alguns já estavam se refazendo do efeito devastador do temor inicial, e já esboçavam uma certa confiança de que aquela não seria a última noite de suas vidas, os tornando mais a vontade e um pouco mais despreocupados. 

 - Vamos animar esse baile!!! Grita Lampião com grande alegria, fazendo com que seu bando disparassem várias rajada de tiros para o alto. 

Sendo que ele sai nesse momento e chama um de seus comparsas e cochicha no ouvido dele, e tão logo dada a ordem ao pé do ouvido, o servo de Lampião sai em disparada para fora do recinto, e voltando tão rapidamente com 4 litros cheios de um liquido que os ali presentes temeram por acharem que ali continha veneno que ele os fariam beber até a morte dando fim as suas expectativa de vida.

-Homens do meu sertão, gritou, - Não se preocupem pois o que trago aqui não é veneno, mas sim o tempero para animar essa festa, pois apenas se trata de pimenta malagueta moída e curtida no azeite. Levantando ele um dos litros.

- E podem acreditar, elas são tão forte que basta uma gota num prato de "baião de dois", que o sujeito fica arretado que nem cabra da peste, e grita igual a um lobo sarnento, e depois para defecar, se for no escuro, dá para ver o brilho do estrume que clareia uma noite bem escura, sem contar que na saída ela arde igual a uma picada de surucucu, mas faz a gente ficar viçoso e cabra macho. 

Todos já começaram a imaginar de que ali Lampião serviria um verdadeiro banquete para os presentes regado a muita pimenta, sendo que as mulheres começaram a reclamar baixinho de que não iriam experimentar tal iguaria, pois não tinham intestino forte para tal ato. 

Os "machos" e fétidos da festa já se sentiam aliviados, pois afinal o que é uma pimentinha forte e arretada para um cabra macho do sertão. 

Ledo engano, Lampião ordenou que todos os homens, cagados ou não, mijados também, tirassem suas roupas e ficassem completamente nus, somente com suas botas, exceto o pessoal da música pois não queria causar constrangimento aos músicos. 

Houve uma relutância geral por parte dos machões pois eles não queriam mostrar suas saliências e principalmente os cagados não queriam que ninguém os vissem com as sobras do bolo fecal dependuradas em suas entranhas ou saídas cloacais. 

Mas não houve clamor que tirasse a ideia de Lampião, e após mais uma rajada de tiros, todos já estavam pelados, e prontos para a carnificina, sendo que a catinga, e não caatinga tomou conta do lugar, pois chegava a dar ânsia de vômito nas damas, sendo que algumas não aguentaram e vomitaram ali no salão mesmo. 

Ao contrário dos homens, as mulheres agora mais a vontade não precisaram despirem de suas vestimentas, sendo que algumas mais assanhadinhas já faziam comentários sobre o tamanho dos pinguéli, tanto dos avantajados como os menos favorecidos em tamanho, como o caso do delegado, que cujo pintinho mais parecia um dedo de frango cozido, "branco e fininho", e é claro o do comerciante, que parecia ser de um jumento, mas com uma cabeça de gato na ponta, e é claro que também ficaram horrorizadas com os cagões de plantão, que tinha suas bundas rodeadas de mosquito de todo o tamanho e toda a espécies, se deliciando com o resto de excremento de que ali foi uma refeição um dia. 

E berrou Lampião: - Pode começar a música, quero que todos os homens aqui no centro do salão formando um circulo. 

Todos timidamente e sob olhares curiosos amedrontados e reprovadores no caso dos cagados, se dirigiam ao centro do salão, formando o circulo ali ordenado. 

- Agora quero que 4 generosos voluntários que não estejam lambuzados de merda venham até aqui e peguem esses 4 litros e espalhem sobre o rabo e o pinto de cada um, sem deixar ninguém para trás. 

Houve protesto e pedidos de clemência, mas não adiantou, e os 4 "voluntários", começaram a passar o ardido líquido na bunda de seus companheiros e também em suas saliências, e por fim tiveram que passar em si mesmos, sendo que o resto que sobrou nos litros foram despejados na mão de cada um para que pudesse ficar bem untados com aquele óleo extremamente ardido e urticante. 

Não precisa dizer que o salão foi tomado agora por outro odor que foi misturado com a carniça anterior, tornando o ambiente insuportável, sem contar de que involuntariamente a dança masculina já tinha começado por causa do ardume da pimenta em em seus traseiros sujos e fétidos, tornando uma cena bizarra e grotesca. 

Quanto mais se tentava aliviar o ardido anal tentando se coçar pior a situação ficava, pois as mãos e unhas se tornaram um veneno untado pelo agora maldito liquido.

- Agora vamos animar ainda mais essa roda festiva, gritou Lampião,-Quero todos com a mão nos ombros de seu companheiro da frente até o circulo se fechar, gritou ele com tom sarcástico e com um litro de cachaça nas mãos e bebericando no gargalo. 

Teve um mais corajoso e sem noção do perigo que resmungou a Lampião: - Mas coronel nossas mão estão fedidas com merda dos outros, - Cale a boca!!! Gritou Lampião, - Só quero alegria e nem um pio de voz se quer, só quero animação nessa rodinha, continuou. 

Após darem umas 9 voltas se requebrando e se contorcendo, eis que vem a parte sórdida das idéias de Lampião. 

Vendo que todos já estavam ficando apáticos na rodinha, parecendo que já tinham se acostumados com a dança, grita Lampião: 

- Agora quero que todos coloquem um dedo da mão esquerda no ùC do seu companheiro da frente, e o dedo da mão direita em suas próprias bocas, mas sempre sorrindo, pois quero mais animação, gritou. 

Meio relutantes, assim o fizeram enfiando seus dedos no ùC do seu companheiro da frente e outro em suas próprias bocas, sendo que uns tiveram piedade dos seus companheiros da frente colocando o menor dedo o "mindinho", porém o delegado e o comerciante e alguns outros não tiveram a mesma sorte e a mesma misericórdia para com eles, pois seus companheiros de trás fincaram o maior dedo da mão, sendo que teve macho que levou dois de de uma só vez em seu orifício ardido e queimante, como se estivessem sendo vingado por alguma maldade do passado contra seu parceiro de dança. 

É claro que as coisas foram ficando mais ardidas para os homens, uma vez que os dedos que estavam em suas bocas também estava lubrificado pela maldita pimenta, mas nem se comparava aquele que estava enfiado em seus traseiros, que os faziam arder como se estivessem sentados nas labaredas do inferno.

A dança continuava, e Lampião pediu para aumentar o ritmo, pois queria mais animação, e seus comparsas as vezes os ensurdeciam com mais umas rajadas de tiros para o alto, misturando assim mais um odor, juntando os de urina, os perfumes femininos, os de pimenta, o cheiro de cachaça, os de merda de todo o tipo, e principalmente a junção de todos esses odores agora com os sabores amargo e apimentados da humilhação e medo.

- Vamos animar mais essa rodinha, grita Lampião, - Quero que troque de mão, a que estava no ùC do amigo coloquem na boca, e vice versa, gritou. 

Agora já não era somente o cheiro fétido, mas sim o sabor do que sobrou da comida do seu parceiro da frente transformada em excremento apimentado de uma fonte fedida e totalmente ardida, mas ordens são ordens, e lá eles foram trocando de mão a cada mando, ora uma na boca, já toda queimada e pútrida, ora outra no andar de baixo onde enfiava os dedos já inchados em uma rodinha que queimava como o inferno.

Não aguentando mais tanta humilhação, o delegado já com 3 dedos enfiados em seu furioso resolveu enfrentar Lambião e aquela situação e gritou: 

- Tá danado sô!!! berrou. 

Lampião e os comparsas, já com suas espingardas em mira retrucou:

- Tá danado o que seu cabra filha de uma égua parideira? 

Logo o delegado também retruca:

- Tá danado de bom sôooooo!!!!!! - Traga mais pimenta!!! Grita quase chorando mas tentando sorrir o delegado que pingava de suor e a merda escorria junto com pimenta pelas pernas.

Nisso Lampião responde:

- Deixa as pimentas para amanhã bem cedo, pois agora quero que as mulheres limpem o salão bem limpinho, porque amanhã tem mais 50 litros de pimenta para vocês se divertirem até se acostumarem com esse meu novo tempero de baile.

2 comentários:

  1. Eu já sabia que lampião praticava várias bizarrices com as sua vítimas,eu acho que esse relato ainda é pouco sobre o que lampião ainda era capaz de fazer com suas vítimas.

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  2. muito obrigado pela historia me diverti muito imaginando a situação !

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Ai ai!!! Pode comentar me xingar (mas vai ter resposta a altura),os anônimos disfarçados também pode e até sugerir algo,mas eu sempre respeitarei os comentários com nomes, então larga de ser preguiçoso(a), eu deixo e publico todas...senão eu choro...buá...buá...buá...

Todas as fotos contidas no blog, foram retiradas da web, caso você sinta ofendido(a), o que não é a intensão do blog, mande um e-mail para: heberp_4@hotmail.com que as retirarei de imediato.

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